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Resenha -O Dia da Morte de Denton Little

Fala galera, tudo bom com vocês?

O post de hoje é um post resenha do livro O Dia da Morte de Denton Little, do autor Lance Rubin. O livro é uma historia divertida e incomum sobre morte, amizade e familia, e é visto por autores como a Becky Albertalli, autora de “Simon vs. a agenda Homo Sapiens” como “Engraçado, estranho e dolorosamente sensível.” – Então sem mais delongas, vamos a resenha feita pela nossa Resenhista Déborah Regina.

Capas DENTON LITTLE.cdrLivro: O Dia da Morte de Denton Little
Autor: 
Lance Rubin
Páginas: 
336
Gênero:
Ficção
Editora: 
Intrínseca
Nota: 🍦🍦🍦🍦

Sinopse – Denton Little sabe em que dia vai morrer. É uma triste prerrogativa oferecida pelo governo: sempre que uma criança nasce, uma série de cálculos e exames é realizada para definir o dia exato em que ela vai morrer. O dia de Denton é amanhã.

O jovem de dezessete anos tinha um plano bem definido para seus últimos momentos: um café da manhã com muito bacon, uma corridinha para espairecer, uma maratona de filmes com o melhor amigo e finalmente perder a virgindade com a namorada. Só que nada sai como o esperado. Na véspera de sua morte, Denton acorda numa cama que não é a sua e com uma garota que não é a sua namorada. E esse foi só o começo dos acontecimentos bizarros e surpreendentes. Até seu último adeus, ele ainda terá que enfrentar crises de ciúme, triângulos amorosos, ressacas monumentais, manchas estranhas se espalhando pelo corpo e revelações bombásticas sobre sua mãe, já morta.

Divertido, sarcástico e sensível, O dia da morte de Denton Little é uma história sobre amor, amizade, escolhas e, principalmente, sobre encontrar respostas para perguntas que nem imaginávamos que nos faríamos um dia.


Denton vai morrer, sim eu sei, todo mundo vai morrer um dia, a questão é que Denton vai morrer amanhã, ele sabe exatamente o dia, mas, não a hora, nem como. Só que no dia anterior a sua morte, ele acorda na cama de Verônica que é irmã de Paolo, seu melhor amigo, e com uma ressaca imensa, como isso pode ser possível? Ele namora Taryn e nunca foi de beber, mas as surpresas só estão começando…

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Como ele vai morrer amanhã ele precisa passar pelo seu funeral, aonde as pessoas vão se despedir dele e vice versa, depois tem a festa e por último a Vigília:

“Você espera a sua morte sentado, geralmente em um cômodo de sua casa, provavelmente na sala (…). Você se reúne com os seus parentes próximos e quem mais tenha sido convidado: primos, tias, tios, avós, namorada, melhores amigos e por aí vai. Todos interagem, celebram e esperam algo acontecer. E algo sempre acontece. (p.67)”

como se o dia já não tivesse começado estranho, aparece um cara no funeral que afirma ter conhecido sua mãe biológica que faleceu no parto, o ex da sua namorada fica enchendo o seu saco querendo que ele morra logo e uma mancha super esquisita aparece na sua perna, que só vai crescendo e crescendo.

A Morte de Danton Little foi um livro que demorei a ler, não por ele ser ruim e sim porque eu tinha muita coisa para fazer na faculdade. Gostei do livro ele traz um tema que muita gente evita: A Morte é aquela coisa que a gente sabe que vai acontecer, mas não ta nem aí. No universo que Rubin criou, a esmagadora população sabe quando vai morrer inclusive Denton, mas em suas últimas horas, ele reflete que sempre preferiu levar uma vida normal e quanto mais à morte se aproxima, ele percebe que pode não ter sido uma decisão sábia, afinal, ele vai morrer mesmo não importa se ele foi um santo ou um devasso. Talvez ele deveria ter aproveitado melhor seu tempo de vida.

O livro tem a linguagem simples, letra de um bom tamanho e é tem muitas partes engraçadas, Paolo melhor amigo de Denton é totalmente louco ee desbocado, e a madrasta de Denton é muito superprotetora o que acaba sendo engraçado, sei que é difícil você esperar uma pessoa que ama morrer, a reação natural é tentar salvar, mas torna-se engraçado pois é de conhecimento universal que naquele dia Denton vai morrer e ela não deixa ele sair pou fazer qualquer coisa, vive brigando e agindo irracionalmente, o que nos prova que a racionalidade nos abandona em prol da emoção.

“ – Com todo o respeito, senhora, hoje não é o dia de morte do rapaz, de qualquer forma?

Raquel ficou temporariamente sem resposta. (p.167).”

E adorei o inicio dos capítulos em referência a um cemitério, nos lembrando que não importa o que estiver acontecendo, é um dia triste que está acontecendo. O livro também tem uma veia de suspense, pois parece que o governo está atrás do Denton, por quê? O que ele fez? será que há mais sobre sua mãe que ele precisa saber? E do que adianta ficarem atrás dele, ele vai morrer mesmo. (SERÁ?).

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Então é isso pessoal, espero que tenham gostado da resenha, se sim ou se não, deixa sua opinião nos comentários. Beijos e até o próximo post.

Déborah Regina.

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